segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A nossa mania de somente sentirmos saudades daquilo que foi bom...


Daqueles dias em que a 
tristeza estava fortalecida
Pela morte de quem se ama, 
jamais esquecida
E que a chuva inundou o mundo, 
dividindo o “antes e depois”
Dos grandes, imensos amores... 
são dois
Resta aquela mulher que o abraço 
ainda é o melhor
E que vê-la sofrer, 
de todas as dores, é a pior
Hoje, tempo depois, 
a lembrança é a que resta
Do homem que foi, 
à memória faremos festa
E nos vários brindes, 
com os cálices em subida
Dizemos: 
Viva o Mémi! Viva a vida!

2 Pessoas achavam que poderiam ajudar esclarecer:

Y.L disse...

Perfeito, como sempre.

g disse...

Se Memórias, poesia ou desabafo... Ou se palavras que pediram leitura... Seja o que for, muito bom, bonito e bem articulado. Gostei bastante. Parabéns, Guilherme!